13 comentários em “Quando eu era estagiário…

  1. Luis, escreve sobre o teu faro de gol, do dedão zuado. Acho que seria legal se vc comentasse dos caras metido a Cristiano Ronaldo.

  2. Iaee loko.
    Legal o texto. Estava na depre quando escreveu?
    Já dei aula de capoeira pra mlk é sei como é… Se conhecer algum exorcista ajuda. Aqueles diabos não param.
    ahsuahsuahu.

  3. Imagina só vc, com essa cara de bobo (digo, malvado), com um monte de pestinhas sanguinários e arruaçeiros numa sala de informática???
    Tentou rezar, chamar pelos anjos da guarda ou mesmo pro cara lá de baixo recolher as crias? huahauauhauha
    Brincadeiras a parte, legal saber que tu curte crianças e ficou derrubado ao vê-las chorar com a sua partida!

    Ps: Qdo tiver filhos vou dispachar lá na sua casa pra tu dar aula de informática huahauhauhauhauhaha

    Brincadeirinha! Good post ^^

  4. ahahahahahah vc pedindo comentário me lembrou dos tempos q me pediam scraps e depoimentos!!!! ahsuhaushuahsuhauhsas

    q meeeeerda

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  5. bom texto,porémmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm gostaria que vc me respondesse se for capazzzzzzz porque todos escritores, humoristas , contadores de casos e afins quando falam de uma criança capetinha, mal educado, pestinha etc etc etc colocam o nome da pobre criatura de joãozinho; porra coloca luizinho , andrezinho ou outra porra de nome qualquer no todo muito bom parabéns

  6. eae luis, trabalho com seu pai e ele me falou das coisas que vc escreve…ri muito
    eu ja trabalhei com crianças e futuramente trabalharei de novo, afinal serei um futuro professor e sei bem o que vc passou
    eu queria te dar uma ideia…pq vc não escreve dizendo daquelas pessoas que escutam musica alta no celular dentro do onibus(eu odeio quando um filho da puta desse faz isso)
    abração meu querido e fica com deus

  7. Véio! Passei por semelhante situação, meu trabalho era apresentar atividades lúdicas para estimular o “bicho curioso” das crianças, na tese de que quando estimuladas, serão adultos interessados e com melhores habilidades cognitivas e sociais. Cumpri a tese, mas ainda não creio por completo na proposta (tem desgraçados que nasceram só pra fazer o mal mesmo).
    “Carinhosamente” chamavam o catarrento por “P.P.” (Pedro Peste, em off).O infelizardo tinha uma disfunção (síndrome de Asperge)q o impossibilitava de distinguir expressões e sentimentos humanos. Raramente ria, mas qd esboçava algo parecido (sem motivo ou estímulo algum para fazê-lo) encravava um lápis no crânio de um coleguinha. Parecia aqueles carrinhos que ficam andando e fazendo cambalhotas até acabar as pilhas, só q a estamina do demoniozinho era perpétua e nunca gostava do silêncio, tinha q fazer algum buxinho d’água chorar ou gritar. O pior, é que nunca faltava ou ficava doente (a não ser pelo pelo eterno companheiro dele; o catarro parado nas ventas q às vezes assava-lhe o buço por ninguém (profª) limpar.
    Cara, foi um ano no inferno, tenho ideia do q vc passou.

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